Prefeitos defendem governador e ex-governador na operação desencadeada pela Polícia Federal
CURURUPU
O envolvimento dos nomes do governador Jackson Lago e do ex-governador José Reinaldo Tavares como supostos participantes no esquema do desvio de recursos federais liderado pelos diretores da Construtora Gautama tem todos os indícios de vingança política. A avaliação foi feita pelo prefeito de Cururupu, José Francisco Pestana, que compareceu aos atos de solidariedade realizados em São Luís.
Para Francisco Pestana, Jackson Lago, 72 anos, tem uma vida de homem público exemplar e jamais iria enodoar seu nome com o recebimento de propinas. Disse ainda que ele é um homem probo e que, por isso, recebeu o apoio e a solidariedade de dezenas de prefeitos que acreditam na inocência "do homem que veio para libertar o Maranhão do atraso e implantar um processo de desenvolvimento".
O prefeito destaca como uma demonstração de probidade do governador do Estado foi solicitar que as autoridades, logo após a deflagração da "Operação Navalha", investigassem as atividades da Construtora Gautama desde sua chegada ao Maranhão no inicio de 2002, no primeiro mandato da então governadora Roseana Sarney.
CPI - Para o prefeito de Cururupu, como a construtora tem ramificações em diversos Estados, deveria ser criada, no âmbito do Congresso Nacional, uma comissão parlamentar de inquérito para investigar as denúncias em todos os Estados para que o Brasil conheça o tamanho do rombo dos desvios, e não sacrificar apenas o Maranhão.
Ele acredita que nada irá inibir a governabilidade do Estado, principalmente porque o governador Jackson Lago avisou que, caso seja comprovado, todos os contratos irregulares serão suspensos e as construtoras envolvidas serão substituídas por empresas sérias.
Pestana destacou que o governador Jackson Lago ganhou a eleição pela vontade soberana do povo e por isso está sendo perseguido e ameaçado por seus adversários políticos. "O povo sabe que esta onda não passa de uma grande armação política com o intuito de aterrorizar o governador e seus aliados".
Olho d´Água das Cunhãs
O governador Jackson Lago tem como provar que é inocente no escândalo que envolve a Construtora Gautama com o esquema de desvio de recursos públicos e o pagamento de propina para agentes públicos. A opinião foi manifestada pela prefeita de Olho d´Água das Cunhãs, Lauraci Martins de Oliveira, ao comentar a Operação Navalha que foi desencadeada pela Polícia Federal em nove Estados.
Lauraci Oliveira disse que o governador Jackson Lago tem como provar a sua inocência e deu provas de que não participou do esquema de desvio de verbas públicas, mas admitiu a provável participação de seus sobrinhos, que não foram autorizados a negociar com a construtora de Zuleido Soares Veras. "O governador Jackson Lago é um homem honrado e limpo e receberá da Justiça, com a conclusão das investigações, o 'diploma' que não tem qualquer ligação com este escândalo".
GOLPE - Segundo Lauraci Oliveira, o envolvimento do nome do governador com o escândalo é uma tentativa de seus adversários, inconformados com a derrota nas urnas, de usurpar o mandato conquistado por Jackson Lago com a vontade soberana do povo. Frisou que o governador decidiu suspender todos os contratos com a Construtora Gautama firmado pelos governos anteriores.
Destacou ainda que a governabilidade do Estado não ficará comprometida, pois ele tem quatro anos para implantar seu projeto de desenvolvimento para criar um novo Maranhão,
Vargem Grande
O governador Jackson Lago foi envolvido injustamente no escândalo patrocinado pela Construtora Gautama, cujo proprietário é acusado de fraudar licitação para desviar recursos de obras públicas federais. A opinião foi manifestada pela prefeita de Vargem Grande, Maria Aparecida da Silva Ribeiro, acrescentando que o ex-governador José Reinaldo Tavares também foi vítima de uma grande montagem armada por seus adversários políticos, inconformados com a derrota nas últimas eleições.
Segundo Maria Aparecida, o suposto envolvimento de Jackson Lago no esquema da Gautama, que resultou na prisão de autoridades, empresários e políticos, foi uma armação para tentar inviabilizar a sua administração. "O governador Jackson Lago é um homem probo e íntegro, com uma vida exemplar em sua trajetória política. Não respeitaram a história de vida e de luta do governador", disse.
ARBITRAR - A prefeita de Vargem Grande disse ainda que a prisão do ex-governador José Reinaldo, durante a Operação Navalha, desencadeada pela Polícia Federal, foi arbitrária e injusta. Lembrou que o ex-governador não representava qualquer ameaça, mas foi algemado pelos agentes federais para armar um circo para a televisão e fotógrafos dos órgãos de comunicação de seus adversários políticos.
Maria Aparecida recordou que nos meios políticos era amplamente comentado que seria armado um golpe para tentar desmoralizar Jackson Lago e José Reinaldo. "Se a operação da Polícia Federal corria em segredo de justiça, como vazou a informação sobre a prisão de José Reinaldo?", indagou.
Ela disse que confia no trabalho da Justiça e no aprofundamento das investigações, pois acredita que este trabalho irá provar a inocência do atual e do ex-governador, pois as denúncias contra eles são infundadas. Com isso, Jackson Lago manterá a governabilidade de sua administração e poderá trabalhar para construir um Maranhão mais justo e desenvolvido.
BACURITUBA
"Não devemos deixar que em nome de interesses políticos isolados, de pessoas inconformadas com a histórica vitória de Jackson Lago nas urnas de outubro, em nome da soberania dos maranhenses e da democracia, que um golpe frustre os sonhos daqueles que almejam um novo Maranhão".
O desabafo foi feito pelo prefeito de Bacurituba, José Sisto Ribeiro Silva, ao condenar a armação política que envolveu os nomes de Jackson Lago e José Reinaldo Tavares como supostos participantes do golpe comandado pelos donos da Construtora Gautama arquitetado para desviar recursos de obras federais.
José Sisto descartou a suposta participação do governador Jackson Lago e do ex-governador José Reinaldo Tavares no esquema do pagamento de propina pela Construtora Gautama, descoberto durante a "Operação Navalha" desencadeada pela Polícia Federal em 2006 para investigar a empresa de Zuleido Soares Veras.
ABALO - Ele disse acreditar que Jackson Lago, um homem sério e competente, honrará o compromisso de realizar uma excelente administração e que o escândalo não abalará a governabilidade do poder executivo maranhense. Da mesma forma disse não acreditar na participação do ex-governador José Reinaldo Tavares em esquema fraudulento do desvio de recursos.
José Sisto frisou que o tempo e a justiça irão comprovar a inocência do governador maranhense, que deverá cumprir todo o seu mandato, apesar das manobras dos seus adversários políticos que tentam lhe cassar o mandato outorgado pela maioria dos maranhenses.
TREZIDELA DO VALE
O prefeito de Trezidela do Vale, Jânio de Sousa Freitas, o Jânio Balé, avalia que o surgimento do nome do governador Jackson Lago, como supostamente envolvido no esquema fraudulento de desvio de recursos da União para beneficiar a Construtora Gautama, foi fruto de uma armação de seus adversários políticos. "Eles tentaram inviabilizar o governo do Estado e desmoralizar publicamente o ex-governador José Reinaldo Tavares, homens públicos que merecem o respeito e a confiança de todo o povo maranhense", destacou.
Jânio Balé disse que os maranhenses conhecem a vida pública de Jackson Lago e sabem que ele jamais se envolveria em desvio de recursos ou pagamento de propinas, pois nunca cometeu irregularidades. Ele disse que, até agora não existem provas e, portanto a administração estadual não será inviabilizada pela falta de governabilidade.
Para o prefeito de Trezidela do Vale, a justiça irá provar a inocência de Jackson Lago e do ex-governador José Reinaldo Tavares, cujos nomes surgiram como supostamente envolvidos no esquema de desvio de pequenos recursos durante a "Operação Navalha" desencadeada pela Polícia Federal.
Para Jânio Balé "o governador dará a volta por cima por meio de uma parceria com os municípios para promover o desenvolvimento do Estado, como todos os maranhenses esperam", disse. Ele frisou ainda que acredita que Jackson Lago cumprirá todo o seu mandato outorgado livremente pela vontade soberana dos eleitores.
Central do Maranhão
O prefeito de Central do Maranhão, Irã Monteiro Costa, afirmou que mantém toda a confiança na postura do governador Jackson Lago e no desejo popular de que um Maranhão livre, forte, justo, e decente ainda é possível. O comentário foi feito durante o ato público de desagravo ao governador do Estado, que tem seu nome envolvido injustamente e sem provas na Operação Navalha, deflagrada pela Polícia Federal para investigar um esquema de desvio de recursos da União.
Ele disse que a ação deflagrada pela Polícia Federal está sendo questionada por diversos setores, principalmente no meio político, que exige explicações sobre as denúncias de abuso de poder de autoridade. "Os policiais federais ignoraram a determinação da ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Eliana Calmon, de constranger os supostos envolvidos, Fizerem teatro para a televisão", condenou.
LISTA - Irã Monteiro também criticou a divulgação da lista de prováveis suspeitos durante uma operação de alta envergadura, como é o caso do governador Jackson Lago e do ex-governador José Reinaldo Tavares, antes mesmo de apurar os fatos em nove Estados e no Distrito Federal.
Ele destacou a trajetória de homem público do governador Jackson Lago como exemplar, sério e que jamais se deixaria envolver com esquema de corrupção em um momento importante para a história política do Maranhão.
RUMORES - "Há uma armação para tentar tomar o mandato de Jackson Lago, eleito num processo histórico. Da mesma forma há uma armação para tentar desmoralizar o ex-governador José Reinaldo Tavares. Nos meios políticos já existiam rumores de algo iria acontecer, como de fato ocorreu. Eles só não contavam que as investigações iriam atingir ministros e aliados", disse.
Irã Monteiro disse que o escândalo da Construtora Gautama não irá prejudicar a governabilidade do Maranhão, que tem urgência nas políticas públicas que promovam o desenvolvimento do Estado, a partir dos municípios mais carentes.
Ele citou como exemplo o que ocorreu em Central do Maranhão onde uma equipe do governo fez os levantamentos das demandas no setor de produção que começarão a ser atendidas a partir do segundo semestre.
Buriti Bravo
"O governador Jackson Lago tem uma vida exemplar como homem público". A afirmação foi feita pelo prefeito de Buriti Bravo, Raimundo Nonato Pereira Ferreira, descartando qualquer possibilidade hipotética do envolvimento do seu nome, bem como do ex-governador José Reinaldo Tavares, no esquema fraudulento de recursos da união para beneficiar a Construtora Guatama, de acordo com as investigações desencadeadas pela Polícia Federal na "Operação Navalha".
Nonato Pereira avalia que o governador Jackson Lago jamais esteve envolvido no esquema de denúncias de desvios de recursos da União. Disse que ele foi prefeito de São Luís por três mandatos e a sua história de vida pública jamais esteve relacionada a escândalos.
PROVAS - Nonato Pereira disse que não acredita no envolvimento do governador Jackson Lago, do ex-governador José Reinaldo Tavares e do ex-secretário de Infra-Estrutura, Ney Belo, que sempre se comportaram como homens sérios, em desvio de recursos. "O tempo e a Justiça irão provar que eles foram vítimas de uma armação política de seus adversários", frisou.
O prefeito de Buriti Braço destacou que o escândalo descoberto pela Operação Navalha é uma onda passageira que não vai comprometer a governabilidade do Maranhão, principalmente em função da competência e responsabilidade do governador do Estado.
Salientou ainda que a eleição de Jackson Lago foi fruto de uma vitória do povo do Maranhão, a força da liberdade da democracia e, por este motivo, Jackson Lago fará um bom governo nos próximos quatro anos, apesar das perseguições políticas que ele vem sofrendo e indignando todos os maranhenses.
Buriti de Inácia Vaz
"Vamos deixar Dr. Jackson Lago trabalhar e construir um novo Maranhão nos próximos quatro anos", afirmou o prefeito de Buriti de Inácia Vaz, Francisco Evandro Freitas Costa Mourão, depois de afirmar que o governador tem passado limpo e não tem nada a temer sobre com as investigações desencadeadas pela Polícia Federal durante a Operação Navalha que investiga a Construtora Gautama.
Disse que o suposto envolvimento do nome do governador Jackson Lago e do ex-governador José Reinaldo Tavares com o esquema do pagamento de propina pela Construtora Gautama teve cunho de armação política na tentativa de inviabilizar o governo. "Vamos deixa o homem trabalhar para construir um novo Maranhão nos próximos quatro anos", disse.
Na opinião de Neném Mourão, o envolvimento dos nomes de Jackson Lago e do ex-governador José Reinaldo foi fruto de uma armação política para tentar manchar o nome do governador, que é um homem sério e com vontade política de administrar o Maranhão.
O prefeito de Buriti de Inácia Vaz destacou que Maranhão e os maranhense não devem permitir que um golpe ameace a vontade popular, manifestada nas urnas, nas última eleições. Neném Mourão criticou os adversários do governo que usam os meios de comunicação para tentar decepcionar a população espalhando mentiras.
Em sua cidade, disse a população reagiu de forma indignada e, por meio de seus legítimos representantes veio prestar solidariedade e apoio ao governador.
Santa Luzia do Paruá
A trajetória de vida pública do governador Jackson Lago descarta qualquer suspeita de participação no esquema do pagamento de propina pela Construtora Gautama e de fraude em licitações de obras do governo.
Afirmou o prefeito de Santa Luzia do Paruá, José Nilton Marreiros Ferraz, ao comentar a desastrada Operação Navalha, desencadeada pela Polícia Federal, que deixou estarrecida a opinião pública brasileira, devido a completa inversão de valores e fatos.
Nilton Marreiros defende as investigações para que os verdadeiros culpados que devem ser punidos e os inocentes tenham reparadas as injustiças de que foram vítimas.
MANOBRA - Ele também não acredita no envolvimento do ex-governador José Reinaldo Tavares com o empresário Zuleido Soares Veras, conforme foi divulgado durante as investigações da Operação Navalha. "A suposta participação do ex-governador no esquema de fraude e licitação de obras públicas foi o resultado de manobras políticas de seus adversários, informados com a derrota nas últimas eleições", frisou.
Segundo ele, nos meios políticos vinha sendo comentado que os adversários do governador do Estado e de José Reinaldo estavam articulando uma manobra política com o objetivo de desestabilizar o governo e desmoralizar o ex-governador.
Na opinião de Nilton Marreiros, o resultado da operação deverá "acordar" o governo e todos os seus integrantes para a implantação urgentemente de um processo de desenvolvimento para retribuir a confiança da maioria dos eleitores que acreditam no sucesso da administração do governador Jackson Lago, eleito pela vontade soberana do povo.