A construção da estrada Paulo Ramos - Arame, que consumiu milhares de dólares dos cofres estaduais e ficou apenas no projeto, será concluída pelo governador Jackson Lago. A promessa foi feita pelo novo governador durante um encontro com o prefeito de Marajá do Sena, Perachi Roberto de Farias Morais que, recentemente, recebeu das mãos do então governador José Reinaldo Tavares a Medalha do Mérito Timbira.
Após receber a maior comenda concedida pelo governo do Estado, Perachi Roberto disse que ficou agradecido pela homenagem por ter contribuído para o desenvolvimento do Maranhão.
O prefeito de Marajá do Sena revelou que, durante um encontro com o governador, Jackson Lago prometeu tornar concreta a estrada Paulo Ramos - Arame, que será uma das primeiras obras da nova gestão estadual.
Evitando comentar a estratégia utilizada na disputa do primeiro turno da eleição governamental, quando o então governador José Reinaldo Tavares solicitou apoio das lideranças municipais para três candidaturas, o prefeito Perachi Roberto reconhece que ele foi o grande arquiteto na construção da histórica vitória de Jackson Lago no segundo turno.
HISTÓRIA - “O governador José Reinaldo vai entrar para a história política do Maranhão porque acabou com um ciclo nocivo ao desenvolvimento do Estado”, frisou.
Disse ainda que o então governador do Estado atuou como um verdadeiro líder na união de todos os políticos em torno do nome de Jackson Lago. “A decisão do deputado Aderson Lago e do ex-ministro Edson Vidigal, que apoiaram o candidato do PDT, mostrou que os políticos também sabem agir com sinceridade e como homens íntegros de caráter que não hesitaram em trabalhar pela libertação do Maranhão”, disse.
Perachi Roberto acredita que o novo governo continuará lutando para tirar o Maranhão do atraso, especialmente de Marajá do Sena que ocupa entre os municípios brasileiros a 17ª posição de mais pobre da federação. Ele disse que vem lutando para mudar este quadro terrível, especialmente porque a cidade tem potencial em riquezas naturais e produção, porém com baixa produtividade pela falta de estradas para comercializar e escoar a produção.