O projeto de criação do Estado do Maranhão do Sul será colocado em votação, na Câmara dos Deputados, antes do final do ano. A garantia foi dada pelo presidente da Casa, Severino Cavalcanti ao deputado federal Sebastião Madeira (PSDB-MA), principal articulador no Congresso Nacional da nova unidade federativa.
O deputado tucano liderou uma comissão de representantes do projeto de criação do Maranhão do Sul que visitou o presidente da Câmara, Severino Cavalcanti. Madeira considerou a visita como bastante porque positiva porque “realimenta a energia para que a luta pela criação do novo Estado tenha continuidade”. Segundo ele, os envolvidos no processo estão tentando convencer os governo federal e estadual de que a criação do Maranhão do Sul não prejudica o Brasil e neste sentido a maçonaria tem participação efetiva como um importante parceiro.
Além de garantir que o projeto será colocado na pauta de votação ainda este ano, Severino Cavalcanti solicitou ao deputado federal maranhense que preparasse um requerimento de urgência para que o projeto entre na pauta de votação. Madeira já começou a colher a assinatura dos líderes partidários, conforme exigência do legislativo.
Sebastião Madeira anunciou que foi criado mais um mecanismo em defesa da criação do Maranhão em Sul com a instalação, em Imperatriz, dos comitês partidários que irão trabalhar em conjunto com os comitês pró-Maranhão do Sul, liderados pela maçonaria. Os comitês partidários terão à frente lideranças da região como o ex-governador José Ribamar Fiquene, Agostinho Noleto e vários líderes partidários.
Madeira explicou que está sendo estudada a criação dos comitês visa discutir a criação da nova unidade federativa, a fim de engajar todos os segmentos importantes da sociedade, com os partidos políticos, em colaboração com outros comitês - como o dos empresários, dos universitários e de outros segmentos da sociedade. “A soma de todas as lutas vai permitir viabilizar a criação do novo Estado”, disse.
Na avaliação do parlamentar, para viabilizar a criação do Maranhão do Sul se torna necessária a soma dos esforços, com o reconhecimento do trabalho dos envolvidos, para que o processo se torne vitorioso. “Sem a luta de todos os interessados na criação do novo Estado, o processo não teria chegado aonde chegou”, acentuou otimista.