O Comitê Pro Maranhão do Sul quer o comprometimento dos candidatos a governador com a criação do Maranhão do Sul. Em recente reunião de trabalho foi elaborada uma carta que será encaminhada a todos os candidatos. “Quem não vier a até nós, vamos até eles” acentuou o presidente do comitê, empresário Fernando Antunes que ressaltou ser necessário conhecer o pensamento dos candidatos ao governo sobre a causa.
O candidato a governador Aderson Lago foi o primeiro a se reunir com membros do comitê e garantiu que no governo não só vou apoiar a realização do plebiscito como ajudará na instalação do novo Estado.
Para o candidato a governador do PSDB os exemplos mais pródigos do que pode ocorrer com esse lado do Maranhão no caso de emancipação política, são os Estados do Tocantins e do Mato Grosso do Sul, que se tornaram Estados importantes e desenvolvidos.
POSIÇÃO - O deputado federal e candidato ao senado João Castelo, que foi um dos signatários do projeto para a convocação o plebiscito, reiterou o apoio à causa, que vem muitos antes da apresentação da Câmara dos Deputados.
O autor do projeto, deputado Sebastião Madeira, disse que o compromisso de Aderson Lago e Castelo com o Maranhão do Sul reflete a posição do PSDB. Para ele essa uma causa é permanente que requer o engajamento de todos os políticos que querem o desenvolvimento desse lado do Estado.
A carta do comitê pelo comprometimento político com o Maranhão Sul também será entregue aos candidatos a presidente da República. Com os presidenciáveis o comitê não quer só o compromisso com o Maranhão, mas, com a possibilidade de se realizar uma nova redivisão territorial do país.
CAUSA - “A redivisão territorial se tornou é uma questão de soberania” assinala o presidente do comitê, Fernando Antunes que entende que essa poderá ser uma das grandes causas brasileiras nesse início do século. Antunes ressalta que essa luta tem o apoio e o engajamento da Maçonaria que já incluiu essa discussão em diversos encontros realizados pelo Brasil.
“O assunto já foi pauta em São Paulo, Vitória e Manaus e movimenta maçons em todo o país” destacou o presidente, ressaltando que para a Maçonaria a realização de uma nova redivisão territorial seria um dos caminhos para se combater as desigualdades regionais.
Na carta dirigida aos candidatos a governador e aos candidatos a presidente o Comitê Pro Maranhão do Sul sugere a inclusão a redivisão territorial no programa de governo de cada um. “Nossa busca é pelo compromisso dos representantes políticos legais e legítimos para a efetivação da vontade popular”, diz um trecho da carta.