A deputada Helena Barros Heluy (PT) voltou a afirmar que se encontra em estado de graça com a decisão do seu partido em apoiar a candidatura de Edson Vidigal, tese por ela proposta ao Encontro Estadual do Partido dos Trabalhadores.
Helena encara a candidatura absorvida pelo PT como um projeto para além das oligarquias maranhenses, para além das discussões em torno do grupo Sarney. “Optamos por uma candidatura que possa empolgar o povo maranhense e as bases do partido, uma candidatura que se construirá a partir de um projeto elaborado pelos partidos coligados e, principalmente, pelos movimentos sociais”, afirmou.
A deputada aproveitou para “satisfazer a curiosidade da coluna Estado Maior”, do jornal “O Estado do Maranhão” para quem falta Helena esclarecer se o apoio do PT ao PSB implicará em apoio automático ao governo José Reinaldo. Diz ainda o jornal que Helena fora incluída, indevidamente, por um colega de bancada no bloco reinaldista na Assembléia Legislativa, e tem pedido à Mesa sua exclusão.
Helena disse que não houve mudança nenhuma em seus pensamentos e convicções e que está apenas compondo uma aliança partidária. Quanto à sua inclusão no chamado “bloco reinaldista”, Helena informou que o presidente da Assembléia já atendeu a seus apelos e seu nome está fora.
A deputada solicitou a seu colega Aderson Lago (PSDB) que inclua a Telemar nas discussões que a Comissão de Defesa do Consumidor está propondo sobre a Cemar. “A Telemar também está proibindo os bancos de receberem os pagamentos de contas superiores a R$ 1 mil”, denunciou.