O presidente da Assembléia Legislativa, João Evangelista (PSDB) reafirmou apoio à pré-candidatura do ex-prefeito Jackson Lago (PDT) para o governo estadual. Ele avaliou que a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), mantendo a verticalização, não trará dividendos negativos para o projeto de libertação do Maranhão.
“A decisão do Supremo só desfavorece aqueles que não têm votos, que vão justificar que perderam [a eleição] em função da verticalização. Nós temos um trabalho e estamos preparados para o embate”, disse.
João Evangelista participou de um seminário organizado pelo secretário das Cidades, deputado Arnaldo Melo (PSDB), em Itapecuru-Mirim, com o objetivo de anunciar o Programa Habitação Popular que foi lançado pelo governo estadual e beneficiará 60 mil maranhenses com a construção de 20 mil casas populares. Ele afirmou que percorrerá todas as 18 regionais do Estado para esclarecer critérios técnicos sobre o cadastramento no programa.
Arnaldo Melo explicou que o Programa Habitação Popular envolve uma linha de crédito do governo federal, junto à Caixa Econômica Federal, voltada para o financiamento de imóveis de baixa renda. Segundo ele, para concretizar o projeto, o governo estadual entrará com uma contrapartida de R$ 30 milhões, que corresponde a R$ 1,5 mil por imóvel construído.
“O governador José Reinaldo Tavares está realizando o maior programa do Estado atendendo às pessoas que estão hoje residindo em casas de palha e barro, resgatando a cidadania daqueles que sonhavam e achavam até que o sonho era impossível”, assinalou o presidente da Assembléia Legislativa.
Para João Evangelista, o governo José Reinaldo está mudando a história do Maranhão. “Ele [José Reinaldo] teve a coragem de dizer publicamente que o Maranhão estava quebrado e que seu povo amargava os piores índices de desenvolvimento humano. E essa realidade não é de hoje, antes a gente se iludia com o colorido da televisão”.
Evangelista ressaltou que o governador deixou de satisfazer os interesses de grandes empreiteiras para beneficiar o povo do Maranhão. “Dessa atitude resultou programas como ‘Água na Minha Casa’ e ‘Habitação Popular’. Por isso, não podemos mais retroceder”.